Que tal irmos na biblioteca?

Olá! Nesse primeiro post de 2019, venho perguntar a vocês sobre biblioteca. Você já foi na biblioteca de sua cidade? Com que frequência você costuma ir lá? O que a biblioteca significa para você?

Minha frequência na biblioteca é de quase toda semana, independente do clima, da hora ou de qualquer outra coisa. vejo ela como um mundo paralelo, onde existe vários universos dentro dela. é lá onde faço as minhas descobertas com todos os vários tipos de livros que lá existem.

Podendo pegar até cinco livros emprestados (isso me lembra de Stranger Things, na segunda temporada tem uma cena do Dustin na biblioteca), sempre tento pegar algo novo, sair um pouco da rotina de livros que estou acostumada a ler. Com a ajuda da biblioteca, conheci diversos gêneros, descobri aqueles que mais gosto e também aqueles que não gostei ou que deixo para outro dia, quem sabe.
A variedade de livros é grande, vai de livros novos até os mais antigos. Do romance ao terror. Das HQs aos livros didáticos. Tem de tudo um pouco.

A biblioteca é dividida por gêneros, autores e outras infinitas possibilidades de organização. Quando empresto um livro, ou no meu caso cinco livros, organizo da mesma maneira: um livro de autor conhecido, outro de um autor desconhecido, um gênero diferente, gênero que estou acostumada e um para reler. Sempre nessa ordem podendo assim, conhecer novas histórias, novos universos.

Um dos meus objetivos com a biblioteca é descobrir qual gênero é de fato, descobrir qual o meu favorito. nunca tive um que pudesse dizer que gosto mais ou menos, então a minha busca na biblioteca está longe de acabar.

Ir a biblioteca é aquela pontinha de felicidade na semana, nunca entro lá e saio rápido, pois nunca consigo pegar algum livro se não dou a volta em todas as estantes. Então, sim, eu demoro séculos na biblioteca, sabendo disso procuro deixar ela para um dia em que não tenho compromisso depois e caso tenha, eu sempre faço antes. eu viajo na biblioteca, não vejo o tempo passar e não me preocupo com nada.
Além de oferecer essa infinidade de gêneros literários, a biblioteca oferece também uma parte para estudos onde tem alguns computadores lá para pesquisa.

Livros emprestados dessa semana.

Eu amo ir a biblioteca, é a parte favorita da minha semana.

E vocês, frequentam a biblioteca como eu?
deixem nos comentários.

Um beijo, e até.
Yas.

Oi, vamos mudar?

Fim de ano e o que você fez?

Essa época do ano, para mim, é a mais importante. Encerramos um ano, um ciclo e damos “Olá” para outro que se inicia. É nessa época que paro por um momento e penso em tudo, em quem eu quero levar para o próximo ano, em quem não quero, o que eu quero fazer, metas e etc.

Semana passada estava eu no cabeleireiro apenas para cortar meu cabelo que já estava pra baixo da cintura, enquanto esperava li uma frase numa revista que dizia “mudar é necessário, nem que seja uma mudança mínima, como um corte de cabelo ou a cor do esmalte” e isso foi o suficiente para repensar em cortar somente as pontas sem mudar o cumprimento. Quando chegou a minha vez, logo falei que poderia sim mexer no cumprimento e agora meu cabelo está mais ou menos no ombro. E eu amei! E foi sem aviso prévio, não falei pra ninguém que iria fazer isso, simplesmente fiz.

Foi algo que alguns anos atrás não faria e pensaria mil vezes antes fazer, então percebi: de alguns anos pra cá eu mudei e nem percebi. Mudei o modo de pensar, me permiti sentir algo por alguém, mudei a forma que via o mundo, de como via as pessoas, enfim, de tudo e só fui perceber tudo isso quando cortei o cabelo. Pois ali vi que está tudo bem eu ser assim, do meu jeito e que mudei por mim e por mais ninguém.

Cortar o cabelo pode ser algo simples, algo pequeno. Mas é uma mudança na sua vida, você se sente poderosa quando corta, pinta, alisa, faz cachos ou qualquer outra coisa. É ali que você sente a mudança.

Acredito em outras coisas também que podem despertar essa vontade de mudar, para cada pessoa é diferente.

Nesse fim de ano, percebi isso e percebi que quero levar esse sentimento comigo para o próximo ano. Sei quem vai continuar seguindo comigo e quem não vai.

Fim de ano significa isso: rever pensamentos, amizades, amores, dores, alegrias e decidir o que levar ou não adiante. É fechar um ciclo e abrir outro, seja ele totalmente diferente ou igual. Cabe a você decidir como vai ser.

E não, não é criar expectativa. É ter esperança de algo melhor. Vai ter recaídas? Vai, mas a vida é assim, um dia você está no topo e no outro não. É aceitar a vida do jeito que ela é e modificá-la do seu jeito.

É ser você e mais ninguém.

Um beijo,
Yas.

Livro e série: “Os Treze Porquês”

Sinopse:
“Ao voltar da escola, Clay Jensen encontra um misterioso pacote com fitas cassetes narradas por uma colega de classe, nas quais ela explica por que cometeu suicídio. Ele precisa ouvir tudo para descobrir como contribuiu para esse trágico acontecimento.”

“Os Treze Porquês” conta a história de Hannah Baker, basicamente de como sua vida acabou. Começando por boatos, listas, poemas, fotos entre outras coisas. Ela teve treze motivos para acabar com sua vida, onde foi tudo virando uma bola de neve e ela não via como sair dali.
Como todos sabem, temos o livro de Jay Asher e a série da Netflix que é baseada no livro. O livro em si, não é tão pesado e tão tenso quanto a série mostra, sim tem muita coisa do livro, as narrações das fitas, algumas cenas também, poucas, mas está ali.

A série conta com várias outras cenas e acontecimentos que no livro não tem e aumentou muita coisa também, sei que é preciso ter mais coisas para mostrar numa série do que apenas um garoto e um toca fitas, mas a série fez tudo parecer tão misterioso, tão denso e perturbador que chega a ser aquela série que não dá vontade nenhuma de rever e nem considerar ser sua série favorita. A Netflix queria chocar com a série, mas tem algumas coisas que ela extrapolou os limites, pelo menos na minha opinião.

A respeito do livro, a leitura é simples, não tem palavras difíceis e ocorre de maneira simples, é aquele livro que você não quer deixar de ler.
Quando peguei o livro para começar a ler, enrolei um pouco no início pois como vi a série primeiro e ela é muito pesada e ela realmente faz com que certos gatilhos possam ser reativados ou ativados, logo fiquei receosa do mesmo acontecer com o livro. Mas a leitura foi tão simples e de um modo mais fácil e leve que não teve o mesmo efeito da série.

Eu não recomendo a série justamente por ela ser extremamente pesada, o livro é mais leve e você consegue ler sem que nenhum gatilho seja ativado ou reativado.
Acredito sim que é um assunto que DEVE ser tratado e debatido, mas dá maneira que a Netflix fez e está fazendo, por que a terceira temporada já está confirmada (na minha opinião não teria que ter nem a segunda, imagina uma terceira?) pode não sair algo bom dali. Vi em sites que a procura no Google de como se suicidar aumentou em virtude da série, como disse, dificilmente vai sair algo bom dali.

Leiam o livro, ele é um livro fino, então não demora muito para ler, é bem mais simples de compreender tudo o que acontece na história e não vai ser tão pesado quanto a série.

Sei que tem muitas pessoas que podem falar “se tem a série, pra quê ler o livro?”, o livro é a base, é ali onde está tudo, onde está os locais dos acontecimentos e sempre com detalhes.

Lembrando que é minha opinião, e acredito que com livro da para entender bem mais do que assistindo a série, pois na série é tudo muito exagerado e no livro é a mesma história, porém é de uma forma simples que em nenhum momento possa vir um sentimento ruim. E como o livro é a base, logo penso que a história da Hannah é real por esse meio.

Espero que tenham gostado do post, dei um pouquinho da minha opinião sobre e agora quero saber qual é a sua opinião.

Deixe aqui nos comentários ou nos comentários lá no Instagram.
Beijos,
Yas.

“Se quer me elogiar, elogie o meu cérebro.” [Indicação de série]

“O poeta Octavio Paz certa vez escreveu: ❛O mexicano está familiarizado com a morte. Faz piada. Tem carinho. Dorme com ela. Celebra ela.❜ Mas em um hospital a morte não é celebrada. É evitada a todo custo. E quando acontece… É clínico, quase rotina. Mas ainda assim, com toda a prática, até mesmo cirurgiões se surpreendem com a morte. Especialmente quando acontece com quem a gente ama.
Toda religião, todo país… Toda cultura. A morte significa algo diferente para todos nós. Todos nós temos ideias diferentes sobre como honrar a morte. Ideias diferentes de como ficar de luto. Maneiras diferentes de seguir em frente. Bem, posso não ser uma especialista. Mas tenho alguma experiência em perder pessoas que amo. E digo que a maneira de ficar de luto… É entretanto o inferno que você quer.” – Meredith Grey.

Hoje é dia de Finados, dia de lembrarmos de nossos entes queridos que já não estão mais aqui com a gente. Para escrever este post, decidi falar de uma das séries que mata seus personagens, sendo a maioria nossos personagens favoritos, sim ela mesma: Grey’s Anatomy.

Grey’s Anatomy é uma série médica que conta a história de Meredith Grey. E ali vemos vários personagens que passamos a amar, mas nem sempre eles continuam vivos.
Em todo episódio Meredith narra o início e o fim. Suas narrativas são marcantes e dependendo do momento em que você está na vida, vai fazer um sentido para você, pelo menos é assim comigo.

“Não dá para saber qual dia será o mais importante da sua vida. Os dias que você pensa serem importantes nunca atingem a proporção imaginada. São os dias normais, os que começam normalmente que acabam se tornando os mais importantes.” – Meredith Grey.

Essas narrativas parecem ser aquele pedido de desculpas por terem feito algo com um personagem, as vezes parecem ser um modo de te dar coragem para enfrentar tudo que possa vir.

“Todos nos lembramos das Histórias de nossa infância, o sapato que serve na cinderela, o sapo que vira príncipe, a Bela Adormecida acorda com um beijo. Era uma vez… e viveram felizes para sempre. Contos de fada, coisas dos sonhos. O problema é que, contos de fadas não viram realidade.
São as outras histórias as que começam com tempestades em noites sombrias e terminam de formas indescritíveis… são sempre os pesadelos que parecem se tornar realidade. A pessoa que inventou a frase “E viveram felizes para sempre ” deveria levar uma surra daquelas.
As histórias que contamos são coisas dos sonhos. Contos de fadas não se tornam realidade. A realidade é muito mais agitada. Muito mais turva. Muito mais assustadora.A realidade é muito mais interessante do que viver feliz para sempre…” – Meredith Grey.

E pode ter certeza que vai aparecer uma que você vai se identificar e levar para toda a vida.

“Você disse? Eu te amo. Eu não quero viver sem você. Você mudou a minha vida. Você disse? Faça um plano, tenha um objetivo. Trabalhe para alcançá-los, mas de vez em quando, olhe ao seu redor e aproveite, porque é isso. Tudo pode acabar amanhã.” – Meredith Grey.

“Há um motivo para dizer que eu seria mais feliz sozinha. Não foi porque eu pensei que seria mais feliz sozinha. Foi porque eu pensei que se eu amasse alguém e depois acabasse, talvez eu não conseguisse sobreviver. É mais fácil ficar sozinho. Porque, e se você descobrir que precisa de amor? E depois você não o tem. E se você gostar? E depender dele? E se você modelar a sua vida em torno dele? E então… Ele acaba. Você consegue sobreviver a essa dor? Perder um amor é como perder um órgão. É como morrer. A única diferença é… A morte termina. Isso… Pode continuar para sempre.” – Meredith Grey.

E tem uma que não é dela, mas sim de Mark Sloan, ele foi um personagem muito importante para a série e sempre será lembrado por nós, fãs que o amamos independente de tudo.

“Quero que me prometa uma coisa. Se você amar alguém, fale a verdade. Mesmo se estiver com medo de não ser a coisa certa, mesmo se estiver com medo de causar problemas, mesmo se estiver com medo de que tudo desmorone… Diga, e diga alto. E você segue daí.” – Mark Sloan.

Grey’s nem sempre tratou de medicina no geral, é focada na história da Meredith e outros médicos. Como a relação de amizade dela com a Cristina Yang.

“Se eu matar alguém, ela é a pessoa que eu ligo para me ajudar a arrastar o corpo pela sala. Ela é minha pessoa.” – Cristina Yang.

Grey’s me ensinou várias coisas, entre elas: a amizade é mais importante que tudo; amigos podem se tornar família; se amar alguém diga e diga alto e claro, mesmo que depois se arrependa; lidar com o problema, enfrentar ele de frente, entra vários outras coisas.

“Os laços que nos unem as vezes são impossíveis de explicar. Eles nos conectam até mesmo depois de parecer que os laços foram rompidos. Alguns laços desafiam a distância, o tempo, e a lógica. Porque alguns laços simplesmente devem existir.” – Meredith Grey.

E com essa última, eu deixo aqui a minha indicação de série para vocês. Se você assiste a série, por favor, vamos ser amigos(as)? E se por acaso você fica com uma certa preguiça de ver 15 temporadas, não fique. Pois vale a pena.
É isso.

Um beijo e até o próximo post,
Yas.

[TEXTO] Perdida

Siga em linha reta. Não, vire a direita. Está errado, vire a esquerda. Devo seguir em linha reta, virar a esquerda ou a direita? Qual vai ser o certo? Faça isso. Faça aquilo. Afinal, fazer o quê?

E lá estava ela sentada em sua cama com várias folhas, cadernos e revistas espalhadas. O celular na mão, indecisa entre escolher uma música. Cabelos sem pentear, de pijama, com as pernas cruzadas e vários suspiros de insatisfação e decepção. Mas afinal, com o que ela estava insatisfeita e decepcionada? Ela estava ali, relendo textos antigos, matérias da faculdade, fofocas dos famosos e entre achar uma música que combine com tudo aquilo, esperando uma mensagem de alguém que ela saberia que não iria ter.
Pegou então uma folha e fez sua trajetória em linha reta estudou até o fim da faculdade, no fim, ela citou a esquerda e empacou ali. Passa a mão no cabelo frustrada, olha para cima como se pedisse ajuda aos céus, mas nada acontece. Decide fazer de novo. Refaz a linha até o fim do ensino médio, até então não virou nem para a esquerda nem para a direita. Resolveu seguir, ao fazer a linha da faculdade fez umas curvas para a direita, e no fim mais uma vez, ela virou a esquerda. Esquece o celular, a música e a mensagem. E começa a escrever o que aconteceu em cada volta para a direita e esquerda. A direita está as pessoas que conheceu, seus amigos, colegas, atitudes, sorrisos. A esquerda ela encontra seu choro, sua tristeza, mas não seu arrependimento.
Arrependimento? Como ela pode ter isso? Se quando fez o que tinha que ser feito, ela tomou uma atitude, uma decisão, uma escolha. O arrependimento na verdade era de ter se deixado cair e não ter levantado rápido do tombo enorme que tomara e que deixou ela ali, empacada.
Ela sabe que fez um bem para várias pessoas ao tomar sua escolha, da um sorriso ao lembrar e pensa “não me arrependo disso”.
Pensando nisso e em tudo na sua vida, ela tem que seguir uma direção. Percebe que pode sim, ter uma virada para a esquerda e outra para a direita e que isso não é um sinal ruim. O único problema é que ela não sabe em qual caminho seguir nesse labirinto que é a vida. E isso deixa ela insatisfeita consigo mesma, afinal ela deveria saber, não?
Então, ela junta todos os papéis, rasga alguns e joga no lixo. Junta os cadernos que vão para o mesmo destino: o lixo. Junta as revistas e guarda, sempre teve mania de guardar revistas. Pega o celular novamente, coloca uma música qualquer e deixa no aleatório. A mensagem não chegou ainda e ela se pergunta se chegará alguma hora.
Aquela folha em que fez as linhas ela guarda no meio de um livro para quando abrir ele em algum ponto no futuro, ela lembrar da época em que ela esteve perdida.

Achar seu caminho nem sempre é fácil. O labirinto é gigante e você pode se perder a qualquer momento.

The Handmaid’s Tale: uma série para te deixar em choque.

Sinopse: “Em um futuro próximo, as taxas de fertilidade caem em todo o mundo por conta da poluição e de doenças sexualmente transmissíveis. Em meio ao caos, o governo totalitário da República de Gilead, uma teonomia cristã, domina o que um dia foi o território dos Estados Unidos, em meio a uma guerra civil ainda em curso. A sociedade é organizada por líderes sedentos por poder ao longo de um regime novo, militarizado, hierárquico e fanático, com novas castas sociais, nas quais as mulheres são brutalmente subjugadas e, por lei, não têm permissão para trabalhar, possuir propriedades, controlar dinheiro ou até mesmo ler. A infertilidade mundial resultou no recrutamento das poucas mulheres fecundas remanescentes em Gilead, chamadas de “Aias” (Handmaid’s), de acordo com uma interpretação extremista dos contos bíblicos. Elas são designadas para as casas da elite governante, onde devem se submeter a estupros ritualizados com seus mestres masculinos para engravidar e ter filhos para aqueles homens e suas respectivas esposas.
June Osborne, renomeada como Offred (De Fred) (Elisabeth Moss), é a Aia atribuída à casa do Comandante Fred Waterford (Joseph Fiennes) e de sua esposa Serena Joy Waterford (Yvonne Strahovski). Ela está sujeita às regras mais rigorosas e uma vigilância constante; uma palavra ou ação imprópria de sua parte pode levar a sua execução. Offred, que tem o nome de seu mestre masculino, assim como todas as Handmaid’s, pode se lembrar do “tempo de antes”, quando era casada, com uma filha e tinha seu próprio nome e identidade, mas tudo o que ela pode fazer com segurança agora é seguir as regras de Gilead na esperança de que algum dia possa viver livre e se reunir com sua filha novamente. Os Waterfords, principais autores no surgimento da República de Gilead, têm seus próprios conflitos com as realidades da sociedade que ajudaram a criar.”

Olá pessoas! Tudo bem? Hoje irei falar dessa série que me deixou incrivelmente chocada.

A série The Handmaid’s Tale conta a história de Offred onde ela conta como é a vida em Gilead. Ela é uma Aia, ou seja, ela é uma mulher que está ali apenas para gerar filhos, já que em Gilead as mulheres são basicamente separadas por uma questão de serem férteis e inférteis.
Sendo assim, existe as Esposas, que são obviamente as mulheres de comandantes e homens importantes, as Marthas que são inférteis que fazem o papel de limpar a casa e cozinhar, as Tias que treinam e fazem toda uma lavagem cerebral nas Aias e por sua vez as Aias.
As Aias são aquelas mulheres férteis que ficam na casa dos comandantes apenas para lhe dar filhos e somente isso. Então, quando estão em períodos férteis elas são obrigadas a se deitarem entre as pernas da Esposa enquanto o comandante faz ali o seu ato para conseguir um filho.
Todas as Aias tem o nome de seus comandantes (se é que pode se chamar assim), seus nomes de batismo são proibidos agora, então Offred significa “Do Fred”, o comandante para quem ela serve, assim como as outras como Offglen, Offwarren e assim por diante.
É revoltante a maneira que eles tratam as mulheres e também é incrível a forma que elas se unem para ao menos tentar sair dessa situação horrível em que vivem, onde tudo é proibido e elas são punidas por qualquer coisa, por menor que seja.
A série conta com duas temporadas e para quem está se perguntando se tem na Netflix, sinto em dizer que não.

Em 2017 a série levou para a casa 7 Emmy’s, sendo um deles como melhor série dramática, e também 2 Globos de Ouro em 2018 entre outros prêmios.

A série é baseada em um livro de Margaret Atwood chamado “O Conta da Aia” de 1985.
Margaret Atwood faz parte da produção como consultora e também para não ter muita diferença entre um e outro.
Bom, tentei dar uma resumida, para não dar tanto spoiler.

Essa série se tornou uma das minhas favoritas, tem o choque, a angústia, tensão e no fim transmite aquela esperança que as mulheres vão conseguir lutar para ter seus direitos de volta. E é totalmente difícil achar uma série que te faça sentir tudo isso, apesar de ter cenas fortes é impossível não querer deixar de ver.
Aqui está um link de um vídeo da Bel Rodrigues onde ela fala sobre o livro e um pouco da série para quem ficou interessado (a).

Enfim, este foi o post de hoje. Espero que tenham gostado.
Beijos, Yas.

Vamos falar de séries inspiradoras?

Olá, tudo bem? Que tal falarmos de séries hoje? Separei algumas aqui que me surpreenderam bastante.

Indico elas a vocês, e caso já tenham visto me falem se elas também te surpreenderam.

Aqui vai algumas delas:

  • The Good Doctor: “A série mostra Shaun Murphy, jovem cirurgião com autismo e savantismo de uma pequena cidade onde teve uma infância problemática. Ele se desloca para se juntar ao prestigioso departamento de cirurgia do Hospital San Jose St. Bonaventure, onde ele usa seus talentos para salvar vidas e desafiar o ceticismo de seus colegas. Ele é auxiliado por seu mentor e bom amigo, Aaron Glassman.”

Em março de 2018, a ABC renovou a série para uma segunda temporada, que deve estrear em 24 de setembro de 2018, deixe anotado aí na agenda. Essa série não tem na Netflix, mas você pode ver ela por meio de sites de séries online.
A primeira temporada tem apenas oito episódios, então dá para fazer uma maratona bem rápida se você vive na correria.
É aquela série que te pega no primeiro episódio, que te emociona e que te faz pensar. Então, se você não viu ainda, super indico ela.

  • Atypical: “Atypical é uma história sobre amadurecimento que retrata a vida de um jovem autista de 18 anos (interpretado por Keir Gilchrist) e sua busca por amor e independência. Ao mesmo tempo em que Sam vive sua jornada divertida e emocionante de autodescoberta, o resto da família precisa enfrentar as mudanças em sua própria vida.”

Essa série é muito boa, mostra como é a vida de um adolescente na escola na visão de um autista. A Netflix já providenciou a segunda temporada que estréia no dia 7 de setembro de 2018. E eu agradeço muito a Netflix por isso, ela é engraçada, é emocionante e surpreendente.

  • Brooklyn Nine-Nine: “Jake Peralta é o talentoso e despreocupado detetive do 99º distrito do Brooklyn que, junto ao seu grupo eclético de colegas, lidava com um capitão relaxado no escritório. Tudo muda quando o novo e cronicamente tenso capitão Ray Holt chega à delegacia disposto a fazer com que esse grupo disfuncional de detetives se torne o que há de melhor no Brooklyn.”

A série conta com cinco temporadas, mas na Netflix só tem quatro temporadas, a quinta pode ser vista em sites de séries online. A sexta temporada da série já está sendo gravada. De início ela parece ser aquela série super séria, pois se trata de uma delegacia, mas é comédia. Sim, tem seus dramas, tem assuntos sérios tratados na série, mas eles são abordados de maneira simples e engraçada. Os episódios não são longos, o que faz com que você termine rápido uma temporada e comece outra.
Obs.: Tem o Terry Crews, conhecido também como Julius de “Todo Mundo Odeia o Chris”, e ele é incrível!

  • Anne With An E: “Anne retrata o amadurecimento de uma garota que enfrenta adversidades e desafios para encontrar seu lugar no mundo e ser amada. Ambientada na ilha de Príncipe Eduardo no final do século XIX, a série acompanha a vida de Anne Shirley (Amybeth McNulty), uma jovem órfã que, após uma infância de abusos entre orfanatos e casas de estranhos, é enviada por engano para viver com um casal de irmãos em idade avançada. Com o passar do tempo, a pequena garota de 13 anos transforma a vida de Marilla (Geraldine James), Matthew Cuthbert (R.H. Thomson) e de toda a cidade com seu jeito extrovertido, sua inteligência e imaginação brilhante. As aventuras de Anne abordam temas atemporais e de atual relevância como identidade, feminismo, bullying e preconceito.”

Se você ainda não viu essa série eu sugiro que comece a ver. Quando me falaram dessa série, fiquei receosa de assistir, pois se tratava apenas de uma criança, mas a série me surpreendeu tanto e logo no primeiro episódio. Anne é inteligente e muito encantadora, ela consegue conquistar todos a sua volta e também conquista quem está assistindo.
Com duas temporadas e com muitos fãs pedindo a Netflix confirmou uma terceira temporada que provavelmente estréia no próximo ano.

E aí, gostaram? Tenho mais algumas – várias – outras séries para falar, que provavelmente irei falar delas também. Essas foram as que me surpreenderam muito, que me deram um tapa na cara, conseguem entender?
Assiste alguma? Quais séries te surpreenderam?
Espero que tenham gostado.
Até mais,
Yas.

Os livros da última semana

Olá, tudo bom com vocês? Hoje irei mostrar alguns livros que li na última semana, suas sinopses e vou deixar uma nota falando sobre a minha opinião sobre cada.

Vamos lá:

  • Três Coisas Sobre Você – Julie Buxbaum

Sinopse: “Setecentos e trinta e três dias depois da morte da minha mãe, 45 dias após o meu pai fugir para se encontrar com uma estranha que ele conheceu pela internet, 30 dias depois de a gente se mudar para a Califórnia e apenas sete dias após começar o primeiro ano do ensino médio numa escola nova onde conheço aproximadamente ninguém, chega um e-mail. Deveria ser no mínimo esquisito, uma mensagem anônima aparecer do nada na minha caixa de entrada, assinada com o bizarro nome Alguém Ninguém. Só que nos últimos tempos a minha vida tem estado tão irreconhecível que nada mais parece chocante...”

Minha opinião: Super fácil de se indentificar com a personagem, leitura fácil, sem muitas palavras que possam dificultar a leitura.

Nota: 🌟🌟🌟🌟🌟

  • O Assassinato no Expresso do Oriente – Agatha Christie

Sinopse: Nada menos que um telegrama aguarda Hercule Poirot na recepção do hotel em que se hospedaria, na Turquia, requisitando seu retorno imediato a Londres. O detetive belga, então, embarca às pressas no Expresso do Oriente, inesperadamente lotado para aquela época do ano. O trem expresso, porém, é detido a meio caminho da Iugoslávia por uma forte nevasca, e um passageiro com muitos inimigos é brutalmente assassinado durante a madrugada. Caberá a Poirot descobrir quem entre os passageiros teria sido capaz de tamanha atrocidade, antes que o criminoso volte a atacar ou escape de suas mãos.

Minha opinião: Foi o primeiro livro de Agatha Christie que li e confesso que demorou para chamar a minha atenção.

Nota: 🌟🌟🌟

  • A Invenção de Hugo Cabret – Brian Selznick

Sinopse: Prepare-se para entrar em um mundo onde o mistério e o suspense ditam as regras. Hugo Cabret é um menino órfão que vive escondido na central de trem de Paris dos anos 1930. esgueirando-se por passagens secretas, Hugo cuida dos gigantescos relógios do lugar: escuta seus compassos, observa os enormes ponteiros e responsabiliza-se pelo funcionamento das máquinas. A sobrevivência de Hugo depende do anonimato: ele tenta se manter invisível porque guarda um incrível segredo, que é posto em risco quando o severo dono da loja de brinquedos da estação e sua afilhada cruzam o caminho do garoto. Um desenho enigmático, um caderno valioso, uma chave roubada e um homem mecânico estão no centro desta intrincada e imprevisível história, que, narrada por texto e imagens, mistura elementos dos quadrinhos e do cinema, oferecendo uma diferente e emocionante experiência de leitura.

Minha opinião: entrou para o meu Top 10, leitura fácil, e é fácil de imaginar toda a história que é cativante.

Nota: 🌟🌟🌟🌟🌟

  • O Som do Amor – Jojo Moyes

Sinopse: Matt e Laura McCarthy são obcecados pela ideia de herdar a Casa Espanhola – uma construção malcuidada e quase em ruínas no condado de Norfolk, interior da Inglaterra, que tem um valor simbólico para os moradores locais. Para atingir esse objetivo, Laura, a mando do marido, faz todas as vontades do velho Sr. Pottisworth, o proprietário. Entretanto, como o homem nunca deixou nada por escrito, quem acaba por herdar a casa é uma parente distante, Isabel Delancey. Primeiro violino na Orquestra Sinfônica Municipal, em Londres, Isabel tinha uma vida tranquila com seus dois filhos e o marido, mas tudo virou de cabeça para baixo quando ele morreu em um acidente de carro e deixou uma grande dívida. Sua única oportunidade de recomeço é fincar moradia na Casa Espanhola – algo que o casal McCarthy vai tentar impedir a qualquer custo.

“O som do amor” é um romance sobre obsessão, manipulação, segredos e paixões. Por meio de personagens carismáticos e capazes de tudo para realizar seus objetivos.

Minha opinião: Primeiro livro que li da Jojo Moyes, a leitura é fácil e rápida. Achei que faltaram alguns detalhes, mas que não muda na história.

Nota: 🌟🌟🌟🌟

  • A Garota Americana – Mel Cabot

Sinopse: Samantha Madison é a típica adolescente, com suas listas de 10 mais. Os dez melhores filmes, os dez carinhas mais gatos da escola e os dez motivos para estar em sérios problemas. Isso até o dia em que ela salva o presidente dos Estados Unidos de uma tentativa de assassinato e se torna uma heroína. A série acompanha o cotidiano de Samantha, uma garota que leva uma vida muito parecida com a de tantas outras meninas de sua idade. Um romance muito inteligente e divertido sobre os problemas, desejos e anseios de uma garota americana, que bem poderia ser uma típica adolescente como muitas que conhecemos.

Minha opinião: “Tipo assim”, Mel Cabot definitivamente sabe como uma adolescente pensa, a leitura é rápido e fácil de entender. É aquele livro que você irá dar muitas risadas.

Nota: 🌟🌟🌟🌟🌟

  • O Diário da Princesa – Mel Cabot

Sinopse: Adaptado para o cinema pelos Estúdios Disney, O diário da princesa, de Meg Cabot, é a história de Mia Thermopolis — uma típica adolescente americana que recebe uma notícia que vira sua vida de ponta cabeça. Mia sabe que é fruto de um caso que sua mãe teve há muitos anos e só vê o pai nas férias e no Natal. Até que um dia ele descobre que não pode mais ter filhos. Nada surpreendente se não fosse por um detalhe: Mia descobre que seu pai é um príncipe. Ou seja, de uma hora para outra a jovem é a única herdeira do trono da Genovia. Sendo uma princesa e na verdade se chamando Amelia Mignonette Grimaldi Thermopolis Renaldo, a vida de Mia muda completamente. Ela passa a ser abordada por paparazzis que invadem seu colégio para fotografá-la e como num passe de mágica ela é popular. Mas, ainda longe de ser uma Cinderela, a jovem se vê obrigada a deixar sua cidade, seu colégio e ainda por cima, ter aulas de boas maneiras com sua avó, uma européia tradicional. Se o sonho de muitas meninas da idade de Mia é ser uma princesa, para ela isso pode virar um verdadeiro pesadelo.O diário da princesa são lembranças de qualquer adolescente da idade de Mia. Ela vive em Nova York, em Greenwich Village, com a mãe, uma pintora de sucesso que de uma hora para outra começa a namorar seu professor de álgebra — um verdadeiro mico perante a turma. Mia é desajeitada, tem os pés enormes e diferente da maioria das amigas parece uma tábua de passar roupas. Sua melhor amiga, Lilly, é feiosa e comanda um programa de televisão no canal do colégio. Os sonhos mais quentes de seu diário se resumem em beijar Josh Richter — o garoto mais popular do colégio. A heroína de O diário da princesa irá conquistar os corações de todas as adolescentes ao redor do mundo que um dia sonharam em usar uma coroa cravejada de brilhantes. O livro de Meg Cabot é delicioso e divertido, repleto de referências a cultura pop americana.

Minha opinião: acho que posso dizer o mesmo que em “A Garota Americana”.

Nota: 🌟🌟🌟🌟🌟

  • A Casa das Sete Mulheres – Letícia Wierzchowski

Sinopse: Durante a Revolução Farroupilha (1835-1845) — uma luta dos latifundiários rio-grandenses contra o Império brasileiro —, o líder do movimento, general Bento Gonçalves da Silva, isolou as mulheres de sua família em uma estância afastada das áreas em conflito, com o propósito de protegê-las. A guerra que se esperava curta começou a se prolongar. E a vida daquelas sete mulheres confinadas na solidão do pampa começou a se transformar. O que não está nos livros de história sobre a mais longa guerra civil do continente está neste livro de Leticia Wierzchowski, um exercício totalizador sobre a violência da guerra e sua influência maléfica sobre o destino de homens e de mulheres.

Minha opinião: Outro que entrou para o meu top 10. A história é linda, a leitura é fácil, mas se você espera por um livro com vários diálogos, neste livro não verá. Mas ele te prende como nenhum outro.

Nota: 🌟🌟🌟🌟🌟

E esses foram o livros que li na última semana. Já leram algum deles? O que acharam? Me contem nos comentários.

Um beijo e até mais.

Yas.

Let’s start!

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Olá, meu nome é Yasmin Carvalho, mas podem me chamar de Yas. Tenho 24 anos, sou de Pirassununga-SP. Fiz 07 sementes de Letras – Português e Inglês na Universidade da Anhanguera.

Fui voluntária durante 06 meses em uma ONG aqui da cidade que tem como objetivo ajudar crianças e adolescentes a terem um futuro melhor. Lá fui monitora da biblioteca, onde incentivava eles a lerem, escreverem e a interpretarem textos e livros. Também foi lá que pude juntar duas coisas que amo: leitura e educação, onde pude por em prática tudo o que aprendi na faculdade.

Resolvi criar este blog para falar de outras coisas que amo, como séries e filmes. Compartilhar com pessoas minhas opiniões, conversar a respeito e quem sabe, novas amizades.

Enfim, esse primeiro post é só para contar um pouco sobre mim e do que quero fazer aqui.

Espero que gostem e sejam bem vindos ao Mundo de Yas.

Até mais,

Yas.